David Bowie - Absolute Beginners
sexta-feira, agosto 29, 2008
Então, revistia-se de coragem e atirava-se para a frente, desafiando o medo, ludribiando aquele sentimento atrofiante. Quantas vezes fez o grilo bater palmas de contentamento. às vezes de raiva, às vezes conscientemente, às vezes testando os próprios limites, o medo começou a fazer parte do primeiro impulso. Começou a usá-lo como aliado.
Falha porque experimenta.
Sofre porque ama.
Faz sofrer porque falha.
Mas vive.
domingo, agosto 24, 2008
quinta-feira, agosto 21, 2008
Quando ele chegar...
Quando ele chegar, quero ficar a descobri-lo pela noite fora, sem o peso do cansaço, sem pensar no que se vai seguir.
Quero me enebriar no toques, sentir a intimidade a crescer e deixar-me levar a seguir.
Quando ele chegar quero sorrir sem receio.
Vem,vem, não demores tanto.
Quando ele partir, quero que seja só por momentos.
quarta-feira, agosto 20, 2008
sábado, agosto 16, 2008
Os Pontos Negros
interrompemos aqui a emissão para dedicar este vídeo à Madonna de Alfragide.
O som não é lá grande espingarda mas mesmo assim vale a pena.
sexta-feira, agosto 15, 2008
segunda-feira, julho 28, 2008
quinta-feira, julho 24, 2008
quarta-feira, julho 23, 2008
terça-feira, julho 22, 2008
Franz Ferdinand - The Dark Of The Matinee (Live)
falta tão pouco.
parece que foi há tão pouco tempo e vai-se a ver a minha vida deu uma volta de 360º. Mas o essencial daquela noite memorável, no mesmo local, mantem-se aqui, muito, muito vivo.
segunda-feira, julho 21, 2008
sábado, julho 19, 2008
sexta-feira, julho 18, 2008
quinta-feira, julho 17, 2008
Não basta ter só uma delas para a abrir.
É inútil iludir-me com essa possibilidade, porque o trinco só abre para quem ousar ir até ao fim!
terça-feira, julho 15, 2008
segunda-feira, julho 14, 2008
domingo, julho 13, 2008
sexta-feira, julho 11, 2008
quarta-feira, julho 09, 2008
sexta-feira, julho 04, 2008
segunda-feira, junho 30, 2008
sábado, junho 28, 2008
sexta-feira, junho 27, 2008
Conto de Fadas de Sintra a Lisboa
Sábado, a romaria faz-se até à Caixa Económica Operária, onde para além dos Pontos Negros do Balokov e companhia, também actuam os Vicious Five do Segadães e amigos. promete, muito.
quinta-feira, junho 26, 2008
terça-feira, junho 24, 2008
Magnetic Fields - Let's Pretend We're Bunny Rabbits
parece que o mundo é de desencontros. Não posso ver os Magnetic Fields em lisboa, nem em barcelona. Mas para celebrar peguei no meu sagrado 69 love songs e tenho-o a tocar em loop. lembrei-me da primeira vez que o ouvi. ainda fazia a marginal, ainda passeava de mão dada, ainda brincava aos coelhinhos. o concerto do ccb é um dos que guardo na memória. este distortion não é dos meus preferidos, mas não fossem razões de força maior, não perdia este concerto.
domingo, junho 22, 2008
terça-feira, junho 17, 2008
terça-feira, junho 10, 2008
eu sinto-o todo!
amanhã, não há só novo jogo da selecção! Há vida para lá da Suíça e do marquês de Pombal...
segunda-feira, junho 09, 2008
o ópio do povo

de repente Portugal saiu da crise. Os trolhas das obras do prédio em frente, enquanto dão ao pedal gritam a plenos pulmões: "olha o joão moutinho, lá rá lá lá lá, olha o joão moutinho, lá lá lá rá lá". O pessoal já põe gasolina a olhar para as manchetes dos desportivos, e é só ver as bandeiras a esvoaçar na janela. E isto é à primeira vitória. Ainda por cima o sol veio paraficar, os santos vão ajudar... é uma alegria.
segunda-feira, junho 02, 2008
quinta-feira, maio 29, 2008
pergunta:
quarta-feira, maio 28, 2008
terça-feira, maio 27, 2008
domingo, maio 25, 2008
quarta-feira, maio 21, 2008
terça-feira, maio 20, 2008
segunda-feira, maio 19, 2008

1. não há neura que dure sempre
2. as festas têm de ser devidamente festejadas
3. quando vender a minha casa terei de colocar nas características da localização, perto do metro, passível de festejar no marquês, indo a pé
4. percebi que não há melhor ocasião para educar uma criança. Hoje o M pediu-me o cachecol para ir para a escola.
5. até morrer!
domingo, maio 18, 2008
Porquê não sei. E também não me apetece saber.
sábado, maio 17, 2008
terça-feira, maio 13, 2008
quando o breu se tornou escuro
descansei ao sentir a tua respiração, tanquila.
Antes, no reboliço do prazer,
ainda que não te visse, senti-te sorrir.
O teu olhar encontrou-me
e vi mais do que os meus olhos.
Nao dissemos nada.
Connosco, as palavras estavam gastas.
Abracei-te, adormecido, e soube que te amava
mesmo que não desses por isso.
Depois, percebi que a respiração era a minha.
Abraçava o vazio.
segunda-feira, maio 12, 2008
domingo, maio 11, 2008
sábado, maio 10, 2008
domingo, maio 04, 2008
terça-feira, abril 29, 2008
domingo, abril 27, 2008
lista de afazeres:
comer banana com canela
descer o tejo de canoa
andar de ultraleve
ir à Bretanha
escrever
passar mais tempo com as pessoas que gosto
dizer que amo
besuntar-me de chocolate
mergulhar mais
dropar ondas
aprender a fazer massa fresca
dar mais mimo
perguntar aos outros se estão bem
ler
aprender uma língua a sério
dar mais à língua
contar comigo
brincar mais com os Ms
comprar um candeeiro
tirar mais fotografias
pensar mais naquilo que gosto do que naquilo que não gosto
ouvir mais discos mais do que uma vez
fazer amor
abraçar os meus pais
escutar mais os outros
ir ao Chile
saborear a comida
andar descalça na relva
ensinar os Ms a andar de bicicleta
fazer festas em casa
andar mais a pé
pendurar a gaiola
regressar...
segunda-feira, abril 21, 2008
sexta-feira, abril 18, 2008
tão longe...
For you dear, I was born
For you I was raised up
For you I've lived and for you I will die
For you I am dying now
You were my mad little lover
In a world where everybody fucks everybody else over
You who are so far from me
Far from me
So far from me
Way across some cold neurotic sea
Far from me
I would talk to you of all matter of things
With a smile you would reply
Then the sun would leave your pretty face
And you'd retreat from the front of your eyes
I keep hearing that you're doing best
I hope your heart beats happy in your infant breast
You are so far from me
Far from me
Far from me
There is no knowledge but i know it
There's nothing to learn from that vacant voice
That sails to me across the line
From the ridiculous to the sublime
It's good to hear you're doing so well
But really can't you find somebody else that you can ring and tell
Did you ever
Care for me?
Were you ever
There for me?
So far from me
You told me you'd stick by me
Through the thick and through the thin
Those were your very words
My fair-weather friend
You were my brave-hearted lover
At the first taste of trouble went running back to mother
So far from me
Far from me
Suspended in your bleak and fishless sea
Far from me
Far from me
quinta-feira, abril 17, 2008
quarta-feira, abril 16, 2008
domingo, abril 13, 2008
sábado, abril 12, 2008
quarta-feira, abril 09, 2008
quarta-feira, abril 02, 2008
domingo, março 30, 2008
sexta-feira, março 28, 2008
quinta-feira, março 27, 2008
terça-feira, março 25, 2008
segunda-feira, março 24, 2008
domingo, março 23, 2008

Sem pretensão alguma e porque a estas horas os tão desejados Portishead já aterraram em Pedras Rubras, recordo aquele que muitos dizem ter sido o concerto das suas vidas. Não chego a tal entusiasmo, porque com a mania de ser VIP, naquele dia não me quis juntar à multidão e, talvez por isso, não tenha sentido o momento como magnânime. Estava preocupada com a viagem que faria a seguir para Lisboa e com o facto de ter ainda de bater uns tantos mil caracteres antes da edição vespertina fechar. Os Portishead ainda eram uns seres estranhos para mim e naquela altura recordo que o que mais me impressionou foi a espécie de hipnose colectiva com os 30 ou sem lá quantos mil pareceram ficar. Recordo as baforadas de fumo que tornavam o ambiente baço e a espécie de encanto que saía da voz de Beth Gibbons.
Não sei se foi nesse momento mas relembro com muita nostalgia todas as vezes que depois daquele concerto a voz dela ecoou pela minha casa vazia, coincidindo mais ou menos com a altura da minha vida que tinha decidido ser Indepente.
E sim, os Portishead estarão intimimente ligados com uma altura da minha vida cheia de sentimentos, todos muito fortes, uma redescoberta de vida que hoje, dez anos passados, me consigo rever novamente.
Cheguei a ter medo de ir assistir ao concerto quinta feira.
Medo de que aquela voz, aquela música, aquele disco, já não fazer sentido.
Mas quer-me parecer que hoje, ainda que não passe daquele momento (ao contrário dos efeitos que há dez anos o momento não vivido me trouxe depois), vou lá estar inteira.
quinta-feira, março 20, 2008
quarta-feira, março 19, 2008
The Kills - U R A Fever
Vão à Casa da Música no dia 12 de Abril.
Acho mal que ninguém os traga a Lisboa.
domingo, março 16, 2008
sábado, março 15, 2008
sexta-feira, março 14, 2008
o dia ontem foi catita
uma hora de mãos a relaxar-me o corpo, companhia agradável, um concerto genial, grande viagem, um golo do Pereirinha, e uma boa noite de sono profundo como não tinha há umas largas semanas.
catita sim senhor!
quarta-feira, março 12, 2008
esta mulher é uma impostora
O Homem das Cavernas encontrou este vídeo, mas eu, D. Amélia posso afirmar que esta mulher é uma impostora. Porquê? Tão simples quanto isto. Maria Amélia controla outra coisa.
Na minha vida secreta
I saw you this morning.
You were moving so fast.
Can’t seem to loosen my grip
On the past.
And I miss you so much.
There’s no one in sight.
And we’re still making love
In My Secret Life.
I smile when I’m angry.
I cheat and I lie.
I do what I have to do
To get by.
But I know what is wrong,
And I know what is right.
And I’d die for the truth
In My Secret Life.
Hold on, hold on, my brother.
My sister, hold on tight.
I finally got my orders.
I’ll be marching through the morning,
Marching through the night,
Moving cross the borders
Of My Secret Life.
Looked through the paper.
Makes you want to cry.
Nobody cares if the people
Live or die.
And the dealer wants you thinking
That it’s either black or white.
Thank G-d it’s not that simple
In My Secret Life.
I bite my lip.
I buy what I’m told:
From the latest hit,
To the wisdom of old.
But I’m always alone.
And my heart is like ice.
And it’s crowded and cold
In My Secret Life.
El Guincho - Kalise
foi isto que ouvi na viagem para Lisboa, num avião chamado Amália e que quando pára passa Shania Twain.
Como se não houvesse amanhã

15 MARÇO – DINA
DINAMITE AO VIVO NO MAXIME
Dina – a menina que ganhou o Festival da Canção e o público português em 1980 (e em 1992 também!), apresenta ao vivo no Maxime o seu último CD ! No próximo dia 15 Março vamos conhecer melhor as suas novas canções e fazer uma viagem a um passado recheado de grandes êxitos, desde o longínquo "Guardado Em Mim", com passagem obrigatória pelos clássicos "Pássaro Doido", "Amor De Água Fresca" ou "Tafetá", para acabar nos recentíssimos "Esta Manhã Em Lisboa" e "O Teu Olhar Mentiu".
Dina dispensa apresentações. É uma compositora muito querida do público, e tem uma carreira sólida, sóbria e consistente. Já colaborou com os nomes maiores da música portuguesa e, sempre de guitarra preta ao peito – a sua imagem de marca – traz ao público do Maxime toda a sua experiência e a sua forma única de estar em palco, como alguém disse um dia: «como se não houvesse amanhã!».
terça-feira, março 11, 2008
domingo, março 09, 2008
Não quer dizer que espere menos. Antes pelo contrário.
Não quer dizer que me tenha desiludido ou iludido menos. Antes pelo contrário.
Não quer dizer que não sinta impulso para um sem número de coisas e de pessoas. Antes pelo contrário.
Não quer dizer que tenha menos para dizer ou para fazer. Antes pelo contrário.
Quer dizer que tenho andado tranquila com os meus pensamentos e os meus sentimentos, com as minhas esperanças, ilusões e desilusões. Com os mues impulsos, com o que faço e o que digo. E estou feliz por isso.
terça-feira, março 04, 2008
domingo, março 02, 2008
Loja dos Horrores
E não resisto a escrever este post.
Depois de duas galas da TVI em pouco menos de 3 meses (nunca tinha visto nenhuma e não sei se fiquei fã ou se só tenho atracção pelo horror), e de ter visto o José Eduardo Moniz a tentar ter piada com a sua voz monocordica e a fazermagia com peixes, os pivots da TVI a tocar covers de clássicos portugueses (não era play back), grávidas a cair de escadas e os presidentes das outras estações a ser enxuvalhados em directo... de ambas as vezes fique completamente catatónica quando entrou no palco Manuela Moura Guedes, ou aquilo que sobra dela. É porque, aparentemente, ela ainda vive debaixo daquelas duas bochechas gigantes que estão cada vez maiores. Aliás, se fosse um pouco mais branca podia bem ser uma das irmãs de Michael Jackson, mas não... na última gala cantou a única canção que lhe foi dada a cantar toda a vida para que se soubesse que é ela que vive debaixo daquela cara. A boca, aquela grande boca, antes imagem de marca, agora mal a consegue abrir. E se faz esforço para isso...
Outro dos picos das aberrações que tenho encontrado na tv ultimamente foi a brilhante prestação da Clara Pinto Correia num programa em que os famosos, ou espécie de, dançam. Bom mas dançar é uma palavra que esta rapariga (que já deve ultrapassar os 50) não deverá conhecer. Pena ainda não ter imagens que falem por mim, mas ocorrem-me algumas palavras para descrever a moça no programa: orca, pé de chumbo, saci pereré, vidrão com vestido indigena, puta que pariu esta gaja.. enfim!
resta-me a pergunta: e se a Clara Pinto Correia tomasse o corpo da ManuelaMoura Guedes e se pusesse a cantar o Thriller?
















