terça-feira, abril 29, 2008

domingo, abril 27, 2008

lista de afazeres:

ir a Goa
comer banana com canela
descer o tejo de canoa
andar de ultraleve
ir à Bretanha
escrever
passar mais tempo com as pessoas que gosto
dizer que amo
besuntar-me de chocolate
mergulhar mais
dropar ondas
aprender a fazer massa fresca
dar mais mimo
perguntar aos outros se estão bem
ler
aprender uma língua a sério
dar mais à língua
contar comigo
brincar mais com os Ms
comprar um candeeiro
tirar mais fotografias
pensar mais naquilo que gosto do que naquilo que não gosto
ouvir mais discos mais do que uma vez
fazer amor
abraçar os meus pais
escutar mais os outros
ir ao Chile
saborear a comida
andar descalça na relva
ensinar os Ms a andar de bicicleta
fazer festas em casa
andar mais a pé
pendurar a gaiola
regressar...

segunda-feira, abril 21, 2008

o fim da indefinição só depende de mim! só de mim! e eu quero definir a minha vida!

sexta-feira, abril 18, 2008

tão longe...

For you dear, I was born
For you I was raised up
For you I've lived and for you I will die
For you I am dying now
You were my mad little lover
In a world where everybody fucks everybody else over
You who are so far from me
Far from me
So far from me
Way across some cold neurotic sea
Far from me

I would talk to you of all matter of things
With a smile you would reply
Then the sun would leave your pretty face
And you'd retreat from the front of your eyes
I keep hearing that you're doing best
I hope your heart beats happy in your infant breast
You are so far from me
Far from me
Far from me

There is no knowledge but i know it
There's nothing to learn from that vacant voice
That sails to me across the line
From the ridiculous to the sublime
It's good to hear you're doing so well
But really can't you find somebody else that you can ring and tell
Did you ever
Care for me?
Were you ever
There for me?
So far from me

You told me you'd stick by me
Through the thick and through the thin
Those were your very words
My fair-weather friend
You were my brave-hearted lover
At the first taste of trouble went running back to mother
So far from me
Far from me
Suspended in your bleak and fishless sea
Far from me
Far from me

quinta-feira, abril 17, 2008

quarta-feira, abril 16, 2008

Hoje é dia de mim, mãmã?

domingo, abril 13, 2008

Mastiga filha



eles comem tudo, eles comem tudo e não deixam nada.

sábado, abril 12, 2008

como eu odeio a inércia...



... de quem não faz nada por si próprio, mesmo que isso signifique errar.

quarta-feira, abril 09, 2008



eles vão ao Sudoeste

Campos Magnéticos


dia 26 de Junho, na Aula Magna

quarta-feira, abril 02, 2008

PERDIDOS E ACHADOS

Ninguém me acha?

domingo, março 30, 2008

Kelley Polar

...mas tu tens de agarrar para eu poder puxar!

sexta-feira, março 28, 2008

O caso do Hercules

DILEMA

Escolho o AMOR
...ou escolho a PAZ?

segunda-feira, março 24, 2008

domingo, março 23, 2008



Acabei de descobrir que o Sócrates tem um anão de estimação em cima da secretária de trabalho. E, nada mais, nada menos, que o Zangado, o anão vencedor do inquérito de há uns tempos!


Sem pretensão alguma e porque a estas horas os tão desejados Portishead já aterraram em Pedras Rubras, recordo aquele que muitos dizem ter sido o concerto das suas vidas. Não chego a tal entusiasmo, porque com a mania de ser VIP, naquele dia não me quis juntar à multidão e, talvez por isso, não tenha sentido o momento como magnânime. Estava preocupada com a viagem que faria a seguir para Lisboa e com o facto de ter ainda de bater uns tantos mil caracteres antes da edição vespertina fechar. Os Portishead ainda eram uns seres estranhos para mim e naquela altura recordo que o que mais me impressionou foi a espécie de hipnose colectiva com os 30 ou sem lá quantos mil pareceram ficar. Recordo as baforadas de fumo que tornavam o ambiente baço e a espécie de encanto que saía da voz de Beth Gibbons.
Não sei se foi nesse momento mas relembro com muita nostalgia todas as vezes que depois daquele concerto a voz dela ecoou pela minha casa vazia, coincidindo mais ou menos com a altura da minha vida que tinha decidido ser Indepente.
E sim, os Portishead estarão intimimente ligados com uma altura da minha vida cheia de sentimentos, todos muito fortes, uma redescoberta de vida que hoje, dez anos passados, me consigo rever novamente.
Cheguei a ter medo de ir assistir ao concerto quinta feira.
Medo de que aquela voz, aquela música, aquele disco, já não fazer sentido.
Mas quer-me parecer que hoje, ainda que não passe daquele momento (ao contrário dos efeitos que há dez anos o momento não vivido me trouxe depois), vou lá estar inteira.